Existem 3 tipos distintos de Vasos Sanguíneos e com funções diferentes:
- Artérias (transportam o sangue do coração para o resto do corpo)
- Capilares (unem as artérias e veias)
- Veias (transportam o sangue até ao coração)
Nota: A maioria das pessoas que não esta devidamente informada sobre o assunto pensa que são as veias que transportam o sangue venoso e as artérias o sangue arterial mas tal coisa não acontece, ambos os tipos de vasos sanguínios transportam os dois tipos de sangue (arterial e venoso).
Pergunta: Por que razão é que as artérias são mais espessas e dilatáveis que as veias?
Resposta: Tudo no nosso corpo existe por alguma razão e as artérias e as veias não são excepção, as artérias só são mais resistentes e espessas que as artérias para suportar a pressão a que o sangue sai bombeado do coração para o resto do corpo, de maneira a não se desgastar, por ter uma camada resistente.
Pergunta: De que maneira é que as veias transportam o sangue para o coração?
Resposta: Do tronco para cima, não há qualquer problema para as veias transportarem o sangue até ao coração, agora abaixo do tronco para cima já é diferente devido à acção dagravidade. Por isso a Natureza arranjou um sistema para a resolução deste problema (quando passámos de quadrúpedes a bípedes), ou seja, a partir de válvulas. As válvulas estão entre as veias e ajudam o transporte de sangue dos membros inferiores até aos supriores, basicamente abrindo e fechando. As válvulas asseguram o movimento do sangue numa direcção.
Pergunta: Porque é que os capilares sanguíneos têm paredes com uma espessura extremamente pequena?
Resposta: Os capilares são constituídos por uma camada de células (curiusidade: para terem uma ideia da sua dimensão, as hemácias passam uma a uma neste vasos e os leucócitos pelas paredes do tecido - diapedese). A razão pela qual as paredes são pequenas é pelo facto de assim, se poder fazer a passagem de nutrientes e oxigénio do sangue para a linfa intersticial, como também dos produtos de excreção da linfa para o sangue devido ao metabolismo celular.
domingo, 24 de maio de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
Linfa
Definição: Líquido incolor rico em proteínas e linfócitos que circula no organismo.
A linfa é incolor ou pouco rosada por não ter praticamente glóbulos vermelhos, é constituída essencialmente por glóbulos brancos.
Podem-se distinguir 2 tipos de linfa:
- Linfa Intersticial (ou líquido intersticial): Circula nos tecidos, entre as células. Representa o meio intermediário entre o sangue e as células (ambos os elementos contribuem para a sua formação)
- Linfa Circulante (ou linfa propriamente dita): Circula no interior dos vasos linfáticos e dos gânglios, assim se enriquece em linfócitos.
Os Gânglios Linfáticos são bastante importantes para o nosso sistema imunitário porque são eles que produzem os linfócitos, que dai vão originar anticorpos para combater os antigénios. Quando adoecemos, a sua produção acelera e aumenta o número de linfócitos, de tal maneira que muitos vezes notamos que estamos inchados (são os gânglios linfáticos).
Em todo este sistema linfático, é de salientar o Timo e o Baço, que são os gânglios responsáveis pela formação dos linfócitos T e B respectivamente (expliquei o que faziam quando falei do sangue).
A linfa é incolor ou pouco rosada por não ter praticamente glóbulos vermelhos, é constituída essencialmente por glóbulos brancos.
Podem-se distinguir 2 tipos de linfa:
- Linfa Intersticial (ou líquido intersticial): Circula nos tecidos, entre as células. Representa o meio intermediário entre o sangue e as células (ambos os elementos contribuem para a sua formação)
- Linfa Circulante (ou linfa propriamente dita): Circula no interior dos vasos linfáticos e dos gânglios, assim se enriquece em linfócitos.
Os Gânglios Linfáticos são bastante importantes para o nosso sistema imunitário porque são eles que produzem os linfócitos, que dai vão originar anticorpos para combater os antigénios. Quando adoecemos, a sua produção acelera e aumenta o número de linfócitos, de tal maneira que muitos vezes notamos que estamos inchados (são os gânglios linfáticos).
Em todo este sistema linfático, é de salientar o Timo e o Baço, que são os gânglios responsáveis pela formação dos linfócitos T e B respectivamente (expliquei o que faziam quando falei do sangue).
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Sangue
Introdução: O sangue leva a todas as células do organismo elementos nutritivos e energéticos, evacua os seus desperdícios, participa na defesa contra as infecções e difunde hormonas (é pelo sangue ter tantas funções que quando fazemos análises, essas mesmas revelam muita coisa sobre a nossa saúde). O sangue compõe-se de duas partes: uma líquida, o plasma, e outra formada por diversos elementos figurados, transportados pelo plasma.
O Plasma
O plasma contém água e sais minerais bem como substâncias orgânicas (glúcidos, lípidos, proteínas, vitaminas, hormonas). Através da parede dos capilares, o plasma faz a troca das substâncias com o líquido intersticial onde as células estão imersas. Forma com esse líquido o meio interior do organismo.
Dada a agitação mecânica que a circulação representa, por um lado, e a rapidez das trocas, por outro, todas as células se mantêm num meio homogéneo que lhes convém, qualquer que seja a zona do corpo.
Quando a parede de um vaso é lesada (ocorre uma ferida), vêm as plaquetas para coagular o sangue, de seguida vem o fibrinogénio, que se transforma em filamentos de fibrina, constituindo a trama de um coágulo que aprisiona as células. A fibrina, as células encurraladas e o fluído do sangue endurecem formando uma crosta protectora. Dá-se inicio à cicatrização.O resto do plasma (sem fibriogénio), que permanece líquido e pode escapar do coágulo, é o soro.
Os Glóbulos vermelhos
Este constituinte do sangue (também podendo chamar-se hemácias ou eritrócitos), são pequenos discos sem núcleo (uma vez que este foi eliminado no decorrer da sua formação), duram +/- 120 dias na corrente sanguínea e têm origem na medula vermelha dos ossos.
Os rins estão encarregues da limpeza do sangue e vão detectando os níveis de oxigénio, se os níveis tiverem demasiado baixos, eles "dizem" à medúla óssea para fabricar mais hemácias. A sua única função é o transporte de hemoglobina, proteína associada a ferro que fixa o oxigénio no interior dos pulmões e o liberta no plasma quando ela se encontra num tecido, ou seja, é responsável pelo transporte de oxigénio e dióxido de carbono. Esta proteína tem cor vermelha e é por este constituinte existir em grande quantidade que tem essa mesma cor, aí está a razão.
PS: Só para se ter uma ideia do grande numero de globos vermelhos existentes no sangue - para cada glóbulo branco, nós possuimos 700 hemácias.
As Plaquetas
Este elemento figurado (também conhecido por trombócito), não são bem células pelo sentido da palavra, mas sim pequenos fragmentos de células que se encontram na medula óssea. A sua forma é irregular (fragmentos), dura 1 semana na corrente sanguínea e origem na medúla vermelha dos ossos. Dada a sua aderência entre si, elas dão início aos penómenos da hemostase (paragem de hemorregias), antes da intervenção do fibriogénio - esta propriedade das plaquetas está explicada como funciona mais acima. Se não fossem as plaquetas, ao fazer uma pequena ferida poderiamos morrer, pois o sangue não iria parar de correr.
Os Glóbulos Brancos
Os glóbulos brancos (tambem conhecidos por leucócitos), têm a particularidade, relativamente aos glóbulos vermelhos e às plaquetas, de só utilizarem o sangue como meio de transporte e de não desempenharem aí nenhum papel activo.
Têm a forma irregular, duram +/- 1 semana na corrente sanguínea e têm origem na medúla vermelha dos ossos, nos orgãos linfácticos (timo e baço) e gânglios linfácticos. Sob o efeito do fenómeno de quimiotismo (atracção para o local de onde provém uma substância química), desencadeado por exemplo por uma bactéria, efectiam a travessia da parede de um capilar sanguíneo: Diapedese (os glóbulos brancos são os únicos constituintes do sangue que conseguem sair da corrente sanguínea). Uma vez nesse tecido, os glóbulos brancos são capazes de se descolar para exercer as suas funções de defesa dos tecidos.
Qualquer invasor ou ferimento pode accionar o alarme geral do nosso sistema imunitário. O tecido vermelho, quente e inchado, é o resultado disso. Contudo, o nosso corpo tem como alvos invasores específicos. As células invasoras exibem um elemento de identificação químico único a que se dá o nome de antigénio. Estes elementos de identificação permitem que o sistema imunitário distinga os bons da fita - as nossas células - dos maus. As células imunitárias especiais reconhecem os antigénios possíveis.
Denominadas células B e células T, cada uma delas vagueia pelo corpo, à procura de um invasor específico. Se encontrar o seu suspeito, a célula reproduz-se rapidamente. Cria um exército para combater este inimigo. As células T matam directamente. As células B marcam o inimigo com substâncias químicas denominadas anticorpos e depois haverá outras células que o destroem. A 1ª vez que um agente estranho procede a uma invasão, não dispomos de muitos anticorpos para defrontá-lo, por isso há mais probabilidade de adoecer-mos. No entanto, esse corpo estranho ficou memorizado no nosso sistema imunitário por isso da próxima vez é melhor para nós, porque o nosso ataque irá ser rápido.
As Células do Sangue e a sua Formação
Os glóbulos brancos compreendem os granulócitos eosinófilos, neutrófilos e basófilos, assim como os linfócitos e os monócitos. Os glóbulos vermelhos são de longe os mais numerosos. As plaquetas são pequenos fragmentos de células. A síntese, parte de células-mãe que, em função das necessidades, começam a proliferar, á medida que vão sofrendo uma maturação até se tornarem células sanguíneas adultas. Os linfócitos e os seus percursores formam a linhagem linfóide, todas as outras células constituem a linhagem mielóide.
O Plasma
O plasma contém água e sais minerais bem como substâncias orgânicas (glúcidos, lípidos, proteínas, vitaminas, hormonas). Através da parede dos capilares, o plasma faz a troca das substâncias com o líquido intersticial onde as células estão imersas. Forma com esse líquido o meio interior do organismo.
Dada a agitação mecânica que a circulação representa, por um lado, e a rapidez das trocas, por outro, todas as células se mantêm num meio homogéneo que lhes convém, qualquer que seja a zona do corpo.
Quando a parede de um vaso é lesada (ocorre uma ferida), vêm as plaquetas para coagular o sangue, de seguida vem o fibrinogénio, que se transforma em filamentos de fibrina, constituindo a trama de um coágulo que aprisiona as células. A fibrina, as células encurraladas e o fluído do sangue endurecem formando uma crosta protectora. Dá-se inicio à cicatrização.O resto do plasma (sem fibriogénio), que permanece líquido e pode escapar do coágulo, é o soro.
Os Glóbulos vermelhos
Este constituinte do sangue (também podendo chamar-se hemácias ou eritrócitos), são pequenos discos sem núcleo (uma vez que este foi eliminado no decorrer da sua formação), duram +/- 120 dias na corrente sanguínea e têm origem na medula vermelha dos ossos.
Os rins estão encarregues da limpeza do sangue e vão detectando os níveis de oxigénio, se os níveis tiverem demasiado baixos, eles "dizem" à medúla óssea para fabricar mais hemácias. A sua única função é o transporte de hemoglobina, proteína associada a ferro que fixa o oxigénio no interior dos pulmões e o liberta no plasma quando ela se encontra num tecido, ou seja, é responsável pelo transporte de oxigénio e dióxido de carbono. Esta proteína tem cor vermelha e é por este constituinte existir em grande quantidade que tem essa mesma cor, aí está a razão.
PS: Só para se ter uma ideia do grande numero de globos vermelhos existentes no sangue - para cada glóbulo branco, nós possuimos 700 hemácias.
As Plaquetas
Este elemento figurado (também conhecido por trombócito), não são bem células pelo sentido da palavra, mas sim pequenos fragmentos de células que se encontram na medula óssea. A sua forma é irregular (fragmentos), dura 1 semana na corrente sanguínea e origem na medúla vermelha dos ossos. Dada a sua aderência entre si, elas dão início aos penómenos da hemostase (paragem de hemorregias), antes da intervenção do fibriogénio - esta propriedade das plaquetas está explicada como funciona mais acima. Se não fossem as plaquetas, ao fazer uma pequena ferida poderiamos morrer, pois o sangue não iria parar de correr.
Os Glóbulos Brancos
Os glóbulos brancos (tambem conhecidos por leucócitos), têm a particularidade, relativamente aos glóbulos vermelhos e às plaquetas, de só utilizarem o sangue como meio de transporte e de não desempenharem aí nenhum papel activo.
Têm a forma irregular, duram +/- 1 semana na corrente sanguínea e têm origem na medúla vermelha dos ossos, nos orgãos linfácticos (timo e baço) e gânglios linfácticos. Sob o efeito do fenómeno de quimiotismo (atracção para o local de onde provém uma substância química), desencadeado por exemplo por uma bactéria, efectiam a travessia da parede de um capilar sanguíneo: Diapedese (os glóbulos brancos são os únicos constituintes do sangue que conseguem sair da corrente sanguínea). Uma vez nesse tecido, os glóbulos brancos são capazes de se descolar para exercer as suas funções de defesa dos tecidos.
Qualquer invasor ou ferimento pode accionar o alarme geral do nosso sistema imunitário. O tecido vermelho, quente e inchado, é o resultado disso. Contudo, o nosso corpo tem como alvos invasores específicos. As células invasoras exibem um elemento de identificação químico único a que se dá o nome de antigénio. Estes elementos de identificação permitem que o sistema imunitário distinga os bons da fita - as nossas células - dos maus. As células imunitárias especiais reconhecem os antigénios possíveis.
Denominadas células B e células T, cada uma delas vagueia pelo corpo, à procura de um invasor específico. Se encontrar o seu suspeito, a célula reproduz-se rapidamente. Cria um exército para combater este inimigo. As células T matam directamente. As células B marcam o inimigo com substâncias químicas denominadas anticorpos e depois haverá outras células que o destroem. A 1ª vez que um agente estranho procede a uma invasão, não dispomos de muitos anticorpos para defrontá-lo, por isso há mais probabilidade de adoecer-mos. No entanto, esse corpo estranho ficou memorizado no nosso sistema imunitário por isso da próxima vez é melhor para nós, porque o nosso ataque irá ser rápido.
As Células do Sangue e a sua Formação
Os glóbulos brancos compreendem os granulócitos eosinófilos, neutrófilos e basófilos, assim como os linfócitos e os monócitos. Os glóbulos vermelhos são de longe os mais numerosos. As plaquetas são pequenos fragmentos de células. A síntese, parte de células-mãe que, em função das necessidades, começam a proliferar, á medida que vão sofrendo uma maturação até se tornarem células sanguíneas adultas. Os linfócitos e os seus percursores formam a linhagem linfóide, todas as outras células constituem a linhagem mielóide.
domingo, 17 de maio de 2009
Fisiologia do Intestino Grosso
- Aborção do sal e água
- Produção da vitamina K e B12 (por acção bacteriana)
- A subtracção de água dos restos, não digeridos da dieta produz uma massa pastosa a excretar: as fezes.
- Produção da vitamina K e B12 (por acção bacteriana)
- A subtracção de água dos restos, não digeridos da dieta produz uma massa pastosa a excretar: as fezes.
Fisiologia do Intestino Delgado
Digestão Física - É feita a partir de movimentos peristálticos.
Digestão Química:
Bílis - Fenómeno físico mas também actua quimicamente. Separa os lípidos em porções mais pequenas.
Suco Pancreático - Contém enzimas que:
(- separa os lípidos em 3 ácidos gordos + glicerol a partir da lipáse pancreática
- transforma o polipeptídeo com a acelaração da pepsina em dipeptídeio, a partir da tripsina
- o amido passa a maltose a partir da amitose pancreática)
Suco Intestinal - Faz com que o dipeptídeo passe a aminoácido com a acção da epepsina.
Glúcidos: - maltose - 2 moléculas de glicose
- sacarose - glicose + levulose
- lactose - glicose + galactose
Digestão Química:
Bílis - Fenómeno físico mas também actua quimicamente. Separa os lípidos em porções mais pequenas.
Suco Pancreático - Contém enzimas que:
(- separa os lípidos em 3 ácidos gordos + glicerol a partir da lipáse pancreática
- transforma o polipeptídeo com a acelaração da pepsina em dipeptídeio, a partir da tripsina
- o amido passa a maltose a partir da amitose pancreática)
Suco Intestinal - Faz com que o dipeptídeo passe a aminoácido com a acção da epepsina.
Glúcidos: - maltose - 2 moléculas de glicose
- sacarose - glicose + levulose
- lactose - glicose + galactose
Fisiologia do Estômago
Digestão Física - Os músculos das paredes do estômago contraem fazendo ondas peristálticas (em cada 20 segundos), estes movimentos facilitam o contacto do bolo alimentar com o suco gástrico.
Digestão Química - É feita a partir do suco gástrico (3 funções:
- constituir o Ph ideal (ácido)
- produzir enzimas
-destruir algumas bactérias nocivas para o nosso organismo)
(cont...)
O suco gástrico é constituído por enzimas e ácido clorídrico, e tem as funções descritas acima. É aqui que as proteínas se desdrobam em polipeptídeos e os lípidos em 3 ácidos gordos + glicerol.
O resultado destes 2 tipos de digestão é, passado 3 horas, a passagem do bolo alimentar para quimo (pasta homogénio, nem totalmente líquida, nem totalmente sólida) que passa para o duodeno em jactos intermitentes à medida que o esfíncter pilórico abre e fecha.
Digestão Química - É feita a partir do suco gástrico (3 funções:
- constituir o Ph ideal (ácido)
- produzir enzimas
-destruir algumas bactérias nocivas para o nosso organismo)
(cont...)
O suco gástrico é constituído por enzimas e ácido clorídrico, e tem as funções descritas acima. É aqui que as proteínas se desdrobam em polipeptídeos e os lípidos em 3 ácidos gordos + glicerol.
O resultado destes 2 tipos de digestão é, passado 3 horas, a passagem do bolo alimentar para quimo (pasta homogénio, nem totalmente líquida, nem totalmente sólida) que passa para o duodeno em jactos intermitentes à medida que o esfíncter pilórico abre e fecha.
Fisiologia do Esófago
Digestão Física - A digestão física do esófago é feita a partir de movimentos peristálticos, ou seja, vai contrair e dilatar pela acção da gravidade. O bolo alimentar atravessa este tubo de 25 cm ate ao esfíncter cárdico, que, ao descontrair, o bolo alimentar passa para o estômago.
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